Terça-feira, 27.10.09

10ª Mostra Gastronómica de Arraiolos


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Domingo, 25.10.09

Festival Nacional de Gastronomia de Santarém 2009

O Festival Nacional de Gastronomia de Santarém, um dos mais relevantes dentro do género a nível nacional, volta a invadir uma das maiores catedrais da gastronomia portuguesa, a Casa do Campino, entre os dias 23 de Outubro a 8 de Novembro.
O certame de referência promete cativar os visitantes, presença de peso e habitual em edições anteriores, para além da gastronomia, o festival dedica um espaço à mostra e venda de artesanato e apresenta um programa de animação que inclui desfiles de campinos e várias actuações de grupos folclóricos.
Consulte aqui o sítio oficial do evento.

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publicado por Carlos Palmeiro às 21:03 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Terça-feira, 20.10.09

As Ervas da Baronia


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Quarta-feira, 14.10.09

Lisboa Restaurant Week

Sabor, gourmet, requinte e sofisticação estão de volta na 2º edição da Lisboa Restaurant Week.. A 2ª edição da Lisboa Restaurant Week arrancou a 8 de Outubro (decorre até 18 de Outubro) com mais de quarenta restaurantes aderentes, aumentando para cerca do dobro, o número de participantes e de restaurantes à escolha. O menu Lisboa Restaurant Week é uma criação personalizada de cada restaurante para o evento, com novidades ou pratos clássicos das casas, incluindo uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Terá um preço fixo de 20€, com 1€ a reverter a favor das instituições de solidariedade social apoiadas nesta edição: Ajuda de Berço e Janela Aberta.
Organizada pelo Sabor do Ano e com o patrocínio da Vinha da Defesa e Cristal, esta edição conta com os mais reputados locais gastronómicos da cidade: Gemelli, Mezzaluna, L´Appart, Flores, Olivier, Panorama, Eleven, Quinta dos Frades, Aviz, Kais, Bocca, Bubbly, Vela Latina, Espaço Lisboa, entre muitos outros.
A 2ª edição da capital, anuncia ainda a realização da 1ª Porto Restaurante Week, que irá decorrer entre os dias 21 e 31 de Outubro.
O primeiro Restaurant Week surgiu à 16 anos em Nova Iorque e, desde então, que grandes capitais como Boston, Londres, Amesterdão e São Paulo aderiram ao conceito. A sua evolução foi fortíssima, contando até hoje com a adesão de mais de 10.000 restaurantes.


publicado por Carlos Palmeiro às 08:26 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Veja o vídeo aqui

«Quem pisa a alcatifa fofa da sala de jantar do Hotel Fortaleza do Guincho, bem se pode perder na vista de mar que as enormes janelas proporcionam. Mas dificilmente imagina o que se passa debaixo dos pés: é ali, no andar inferior, que Antoine Westermann encontra o equilíbrio perfeito entre a cozinha portuguesa e o receituário alsaciano, importado daquela região francesa (Alsácia), onde o chefe teve dois restaurantes premiados com três estrelas Michelin. O jornal “i” acompanhou-o num jantar de Outono, naquele que é considerado uma das referências cozinha de autor em Portugal». Leia aqui, na íntegra, o artigo do "i".
Jornal "i" (online)

 



publicado por Carlos Palmeiro às 07:48 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Segunda-feira, 12.10.09

http://www.slowfood.com

Os avanços tecnológicos resultantes da modernidade não nos proporcionaram um ganho de tempo. É uma realidade, não temos hoje mais tempo do que no passado e passámos a dar primazia a tudo aquilo que signifique economia de tempo. Esta nova mentalidade resvalou para uma proliferação massiva e imparável das redes de comida rápida, que apelidamos de Fast Food, tradução para inglês numa triste “homenagem” às companhias norte-americanas que globalizaram o “movimento” por todo o planeta. A massificação da comida rápida, fácil de obter, barata e prática deu-se sobretudo nas duas últimas décadas do século passado. Com o movimento Fast Food disseminou-se um novo estilo de vida e de alimentação baseada em receitas “rápidas, fáceis e práticas”.
Quem de nós, no entanto, não se vergou já perante as vantagens da Fast Food. Aceitar que o “fenómeno” existe e está para ficar não implica todavia concordar com ele. Eu não concordo com esse “movimento social” gerado pela falta de tempo a que assistimos. Umas boas Migas de Espargos com “Carne do Alguidar”, uma boa Frijoca da “matança” ou uma Sopa de Feijão com Couve levarão certamente um bom par de horas a preparar, e não há versões congeladas para o forno microondas que as suplantem, nem hambúrgueres preparadas num minuto que substituam tão complexas preparações.
Comer é fundamental para viver, melhorar a qualidade da nossa alimentação e conseguir tempo para a saborear, é uma forma simples de tornar o nosso quotidiano mais “saboroso”. É esta a filosofia do Slow Food. O movimento de resposta à Fast Food surge em 1986 na Itália, tornando-se, em 1989, uma organização internacional sem fins lucrativos. A percepção de que a alimentação tem um papel fundamental na vida das pessoas, e que esta tem também uma profunda influência no que nos rodeia – paisagem, biodiversidade da terra e tradições – está na génese do movimento que procura salientar as fortes relações entre o “prato” e o “planeta”. O movimento é actualmente composto por cerca de 1 000 Convivia – células locais do movimento – que unem mais de 80 000 associados.
O movimento Slow Food, através dos seus conhecimentos gastronómicos relacionados com a política, a agricultura e o ambiente, tornou-se numa voz activa na agricultura e na ecologia. O conceito Slow Food conjuga o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade. As actividades da associação visam defender a biodiversidade na cadeia de distribuição alimentar, difundir a educação do gosto, e aproximar os produtores de consumidores de alimentos excepcionais através de eventos e iniciativas. O Slow Food acredita que o prazer de saborear boa comida e vinhos excelentes deve ser combinado com esforços para preservar os inumeráveis queijos tradicionais, cereais, vegetais, frutas e raças animais que estão a desaparecer devido ao predomínio de refeições rápidas e da agricultura intensiva.
O “movimento” procura manter uma estreita relação entre comida e cultura, um dos seus principais objectivos, criando eventos por todo o mundo, eventos chamados Convivium, que têm como finalidade a celebração da cultura do local através da gastronomia. Através dos diversos eventos, muitos deles relacionados com a educação do gosto, a pesquisa gastronómica, a transmissão e preservação de tradições culturais, a associação cumpre um papel único de pedagogia e sensibilização.
O Slow Food, defende os pequenos prazeres e o ritmo de vida do homem em oposição extrema à simplificação das refeições e ao uso de químicos na produção agrícola, salvaguardando o nosso inestimável património gastronómico. A missão da associação é concretizada através de vários projectos: A Arca do Gosto (cujo objectivo é o de redescobrir e catalogar sabores esquecidos, documentando produtos gastronómicos excelentes, que estão em risco de desaparecer); os Projectos das Fortalezas (apoio a pequenos produtores artesanais); do Prémio Slow Food para a Biodiversidade (premeia actividades de pesquisa, de ensino, de produção e de promoção que beneficiem a biodiversidade no contexto alimentar); e O Terra Madre (Encontro mundial entre as “comunidades do alimento”).
Num cenário de globalização e robotização imparáveis, iniciativas como o Slow Food são indispensáveis. As vantagens da modernidade devem ser usadas, tanto quanto a “sociedade velocista” em que nos inserimos permita, para a perpetuação das nossas tradições e costumes culturais e alimentares, desta forma perpetuaremos os prazeres da gastronomia e contribuiremos para a manutenção de produções artesanais de efectiva qualidade.
Mais informações sobre o movimento Slow Food em www.slowfood.com (em inglês e português).
Publicado pelo autor do blogue na edição de Outubro de 2009 do O Jornal de Coruche

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publicado por Carlos Palmeiro às 13:27 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Sexta-feira, 02.10.09

«Por iniciativa da Turismo do Alentejo, do Turismo de Portugal, da Câmara Municipal de Évora e da Confraria Gastronómica do Alentejo irá realizar-se no próximo ano, na cidade eborense, um evento gastronómico de natureza internacional.

Segundo o presidente da Turismo do Alentejo, Ceia da Silva, esta iniciativa insere-se na prioridade regional concedida à reconfiguração do produto gastronomia e vinhos. "O evento visa a divulgação das potencialidades turísticas da cozinha mediterrânica como factor diferenciador da oferta gastronómica portuguesa e, em particular, da alentejana, integrando diversas componentes", explicou, entre as quais um programa de conferências internacionais, acções de demonstração de cozinha e animação de rua e visitas de jornalistas e operadores internacionais. São parceiros no programa a Agência Regional de Promoção Turística Externa, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, a Confraria da Dieta Mediterrânica e a Fundação Portuguesa de Cardiologia.
Depois de definidas as linhas gerais do evento, as entidades organizadoras procuram agora criar e dinamizar uma parceria alargada que acrescente valor à iniciativa, contribuindo para a sua inserção territorial. É intenção da Turismo do Alentejo que o evento assuma uma periodicidade anual, realizando-se num sistema de rotatividade em diversos locais da região».
Informação Jornal Público (Maria Antónia Zacarias)


publicado por Carlos Palmeiro às 08:37 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Sexta-feira, 25.09.09

“Entra num restaurante e pede uma omelete. Quando pede a conta, o total dá nada mais nada menos que 755 euros. Surpreendido? Obviamente.

O caviar é a comida mais cara do mundo, mas no caso da omelete, não se trata de um caviar qualquer: trata-se do caviar de baleia branca (beluga) iraniana chamada Almas. A cor das ovas varia entre vários tons de cinzento, consoante a idade do peixe (mais escuro significa mais novo), sendo que o preço é mais elevado quando o tom é quase pérola, ou seja, de um peixe com mais de cem anos. Um quilo desta iguaria chega a atingir os 17 mil euros e alguns especialistas gourmet asseguram que estas ovas têm qualidades afrodisíacas e anti-envelhecimento.
Em segundo lugar da lista dos "petiscos" mais caros do mundo aparecem as trufas brancas europeias: crescem debaixo da terra, perto das raízes dos carvalhos e são encontradas com a ajuda de porcos e cães especialmente treinados, sendo que as mais caras vêm de Itália. Dependendo da qualidade, chegam a custar entre dois a quatro mil euros por quilo.
Em terceiro lugar vem a pizza de lagosta e caviar, servida no restaurante Louis XVIII, em Itália. A pizza é servida em doses individuais pela "leve" quantia de 8300 euros.”
Veja um vídeo sobre a notícia a partir do sítio do "i", aqui.
Notícia Jornal “i”

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publicado por Carlos Palmeiro às 08:24 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

Quarta-feira, 23.09.09

Euro Gusto

No próximo mês de Novembro “estreia” um novo evento de Slow Food em França. A Associação Euro Gusto (em parceria com a associação Slow Food, a cidade francesa de Tours, a região Centro de França e a União Europeia) organiza a primeira edição da “Euro Gusto”, um festival bienal de alimentos que celebra a riquíssima cultura e património alimentar da Europa.
De 27 a 30 de Novembro, produtores de alimentos artesanais de toda a Europa reunir-se-ão em encontros para apresentar os seus produtos. Decorrerá no âmbito do evento o “Salão Europeu de Gastronomia”, que contará com um mercado único onde poderá encontrar especialidades alimentares certificadas e de regiões demarcadas europeias. Haverá também vários espaços de ensino onde decorrerão aulas de demonstração e de educação do gosto (provas de vinho, queijo, charcutaria e chocolate, para citar alguns). A entrada e a participação nas actividades têm um custo, quase simbólico, de 5 euros por pessoa.
Paralelamente ao evento principal decorrerá o "Fórum Terra Madre de Jovens Europeus", onde se debaterá e discutirá sobre a próxima geração europeia de produtores de alimentos artesanais e sobre o futuro dos alimentos tradicionais europeus. Estarão presentes chefes de cozinha, jornalistas, estudantes de culinária e os agricultores (todos com idade inferior a 35).
Mais informações no sítio do evento na internet aqui.

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publicado por Carlos Palmeiro às 13:22 | ligação ao artigo / link to the article | comentar / comment | partilhar / share

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